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Como escolher o concurso público de acordo com o seu perfil

Ano começando, é momento de organizar a vida para conquistar o que se deseja. Se o seu projeto é ser aprovado num concurso público, o passo número 2 – porque o número 1 é decidir – é escolher uma área com a qual você tenha afinidade, não para estudar, mas para atuar, para ser o seu trabalho de todo dia.

Sim, porque este é um engano comum entre os candidatos: pensam nas matérias em que têm mais facilidade para estudar, mas esquecem que o período de estudo é temporário, ao contrário do trabalho, que poderá ser por toda uma vida.

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ter 10 jan/2017

Veja como planejar o estudo de concursos para 2017

Olá! Feliz ano novo!

Se você está aqui com a gente, imagino que pretenda estudar e prestar concursos públicos. Nesse caso, vamos começar o ano organizando as coisas, para que a sua dedicação resulte em aprendizado efetivo. Afinal, sacrifício não faz passar em concurso – estudar com qualidade, sim.

Em primeiro lugar, prepare um calendário do mês. O ideal é fazer isso sempre no fim de um mês, para o mês seguinte. Mas, como já estamos em janeiro, vamos fazer do mês em curso.

Observe se há feriados e assinale também, porque isso pode modificar a sua rotina. Lembre-se dos feriados estaduais e municipais também.

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ter 03 jan/2017

Mesmo com restrições, concursos públicos devem acontecer em 2017

009_lia_salgado_g1_13-12-2016A gente precisa lembrar que a iniciativa privada também não está maravilhosa. Não temos uma grande oferta de empregos. Trabalhar por conta própria é delicado por causa da economia. Parece que 2017 é um ano para quem tem coragem, foco e determinação

Os concursos vão acontecer, isso é fato. O candidato tem que apontar para o concurso com o qual ele tenha mais afinidade. Não há uma área específica, mas ele tem que se preparar. O que se espera para o próximo ano é uma oferta de concursos razoável, mas com um número de vagas menor. A concorrência vai ser um pouco maior, porque a oferta de vagas deve ser menor. Mas o candidato deve se preparar, o mais rapidamente possível.

Então, em 2017 devemos ter um ano que vai exigir determinação especial para vencer, seja na área que for.

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ter 13 dez/2016

Confie no caminho!

Quantas vezes na minha vida foram a crise e o caos que me obrigaram a olhar a situação de outra forma, a buscar atitudes diferentes que, no fim, terminaram por me conduzir a um lugar melhor do que aquele em que me encontrava. Muitas vezes, o que vemos como equilíbrio é, na verdade, uma situação precária de acomodação na escassez. Não nos motivamos a romper com aquilo, porque pode não ser tão bom, mas também não é tão ruim. E seguimos, ano após ano, sonhando com uma vida melhor sem dar qualquer passo nesse sentido, sem levar a sério nossos próprios desejos e possibilidades. Mas o próprio Aurélio apresenta uma definição interessante para o mesmo caosvazio obscuro e ilimitado que precede e propicia a geração do mundo.

Perfeito! Então, é disso mesmo que estamos falando. Muitas vezes é preciso que tudo saia do lugar, seja por questões econômicas, pessoais, ou quaisquer outras, para que se rompa o que considerávamos equilíbrio e tenhamos coragem de nos aventurar a sair de uma situação ruim – mas conhecida -, e descobrir que existem possibilidades muito melhores fora do nosso mundinho. O curioso é que, enquanto estamos parados, não enxergamos o caminho, nem os recursos de que dispomos para trilhá-lo. Somente quando nos colocamos efetivamente em movimento, e a cada passo, é que teremos clareza do passo seguinte. Neste sentido, se uma crise irrompe na nossa vida, ela vem nos encorajar a andar – afinal, não há muito a perder.

Então, “é caminhando que se faz o caminho”. Sugiro que faça isso com alegria, e não como quem carrega um fardo. Ser concurseiro é, antes de tudo, estar disposto a transformar-se a cada passo, é abandonar falsas crenças limitantes e ter a ousadia de se observar com isenção, sem julgamentos, para ajustar o projeto às mudanças que podem – e vão – aparecer a cada curva.

Retornando à questão da necessidade de se dar o primeiro passo, outro fato curioso são as dúvidas de quem ainda não iniciou os estudos. Por isso, elenquei o que observo com mais frequência e trouxe respostas simples que visam desmoronar esses obstáculos, que parecem, a primeira vista, intransponíveis, mas que são apenas miragens:

Nunca fui bom aluno; não tenho base.

O estudo para concurso é diferente daquele do período escolar: estamos ali porque queremos conquistar algo para nossa vida – é uma decisão nossa. Assim, a motivação é outra. Além disso, estamos mais velhos (ao menos um pouco) e maduros. Isto nos ajuda a ter uma postura que facilita, e muito, o aprendizado. É bastante comum ver alguém que inicia o estudo para concurso aprender coisas que nunca conseguiu compreender na escola. Isso o torna mais qualificado como pessoa, mesmo antes de ser aprovado.

Nunca estudei essas matérias.

As matérias são dadas desde o início, exatamente porque não se pressupõe que você já as tenha visto. Claro que cada um terá mais facilidade em um tipo de assunto e menos em outro, de acordo com o perfil individual, mas todos são capazes de aprender.

Já tenho idade. Como vou superar os mais jovens?

Eu tinha 38 anos quando comecei a me preparar para concurso, com 4 filhos (os pequenos com 3 e 6 anos), separada e sem estudar há mais de 15 anos. Hoje, sou fiscal. Conheço, ainda, o caso de um homem que passou para auditor da Receita Federal com 60 anos. Considero um exemplo de coragem alguém chegar a essa idade e buscar •uma vida melhor. Afinal, enquanto estamos vivos, vale a pena!

Enfim, esses e tantos outros argumentos são irreais e desnecessários. Funcionam como uma desculpa para não dar o primeiro passo. Foi o que ouvi uma vez de um professor: vocês querem desculpas ou querem passar? E eu, que tinha todas as “desculpas” do mundo, disse para mim mesma: eu não quero desculpas; eu vou passar! Só gostaria de lembrar que é uma caminhada considerável, sim, até tornar-se servidor público. Mas o prêmio será usufruído pelo resto da vida!

Outra “doença” que costuma acometer os que se prepararam para concursos público é a impressão, após algum tempo, de não estar saindo do lugar, como se o estudo não produzisse resultados. O que quase ninguém observa é que todo projeto demanda tempo para ter resultados visíveis: se estamos sedentários e decidimos iniciar algum esporte; se iniciamos uma dieta de emagrecimento; se iniciamos o estudo de urna nova língua; e até mesmo se vamos criar uma nova empresa. Na verdade, há uma infinidade de exemplos em que precisamos investir dedicação durante certo tempo para percebermos algo acontecer. Penso que a ansiedade pelos resultados e cobrança interna nos impedem de respeitar e apreciar o tempo necessário para o surgimento dos primeiros frutos. Em dado momento, nos surpreendemos compreendendo as matérias, acompanhando as aulas com mais facilidade e respondendo às perguntas do professor.

Nunca estudei essas matérias.
As matérias são dadas desde o início, exatamente porque não se pressupõe que você já as tenha visto. Claro que cada um terá mais facilidade em um tipo de assunto e menos em outro, de acordo com o perfil individual, mas todos são capazes de aprender.
Já tenho idade. Como vou superar os mais jovens?

Então, confie no caminho. Como um peregrino, observe o cenário a sua volta. Os concursos continuam, sim, acontecendo. Podem ser locais, regionais ou nacionais. A cada um, avalie a oferta com objetividade quanto à remuneração, local e tipo de trabalho; analise suas reais condições e decida para onde direcionar seus passos. A dúvida é saudável e faz com que tenhamos cuidado na escolha. O medo também faz parte e cumpre a função de nos manter plenamente atentos. Infelizmente, não posso dizer quantas passos você terá de dar até a sua aprovação, mas posso garantir que ela está a sua espera. Siga, dê os passos necessários, e conquiste o seu prêmio!

Um beijo e ótimo caminho.

 

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qui 22 set/2016

A data da prova está chegando e o desânimo pegou? Veja o que fazer

009_Lia_Salgado_G1_06-09-2016É comum a gente ter uma percepção de qual é o nosso limite ao fazer determinada coisa e achar que não é possível ir além. Afinal, somos pessoas comuns.

Acontece que esse limite não é algo estabelecido necessariamente – nem prioritariamente – pelo corpo. De modo geral, o ponto máximo é aquele que nossa mente acredita ser o limite, não importando se está além ou aquém do corpo. Disso resulta um descompasso quando precisamos atingir uma meta que exija envolvimento da pessoa como um todo, com alto rendimento.

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ter 06 set/2016

Depressão

Eu sofria de depressão e tive recomendação terapêutica de começar a correr diariamente, na tentativa de evitar o uso de medicamentos. Sou adepta do naturalismo e achei uma excelente troca, já que não gosto de tomar remédios.

Decidi começar a correr na praia, porque, sendo um lugar onde me sinto muito bem, achei que tornaria a tarefa mais amena. Meu filho mais velho dispôs-se a acompanhar-me.

No primeiro dia, fiz um breve alongamento, caminhei uns metros para aquecer e disparei o cronômetro quando comecei a correr. Quando não aguentava mais; travei o marcador e olhei: um minuto e quinze segundos! Quase caí para trás — eu precisava correr vinte minutos, pelo menos, para obter algum resultado!

Bom, levei aproximadamente uma hora para correr os tais vinte minutos. Corria, andava, descansava, voltava a correr.

Meu filho, de personal trainer, motivando, estimulando-me a vencer meus limites.

Quinze dias depois, eu já corria os vinte minutos em dois períodos de dez, com um pequeno intervalo para normalizar a respiração. Um mês após, corria vinte e cinco minutos, sendo: quinze minutos, pausa e mais dez minutos, com tranquilidade.

Controlei a depressão, e era essa corrida que me dava forças para vencer o stress nas épocas mais tensas da preparação.

Por isso, falo em persistência. Qualquer coisa que iniciamos, em qualquer área, requer dedicação, perseverança. Assim é com um atleta, obrigado a treinar horas e horas perseguindo uma melhor performance, superando seus próprios limites, muitas vezes enfrentando dor e medo.

Assim deve ser o concursando.

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sex 26 ago/2016

Turbine seus estudos – Dicas que fazem a diferença!

NADA DE JEJUM

Seu cérebro consome energia enquanto você estuda. Logo, você precisa ingerir carboidrato (pão, bolo, cereais) a cada três horas. Caso contrário, ele fica sem matéria-prima para trabalhar.

Mas tome cuidado! Não abuse, porque permanecerá sentado por muitas horas. Será quase inevitável ganhar uns quilinhos extras.

REFORÇO

Vitaminas, complementos alimentares, calmantes naturais, forti

ficantes, antifadiga. Acho que vale uma força extra para melhorar o seu desempenho. Procure orientação médica ou use recursos naturais que não apresentem contraindicação. Jamais comprometa sua saúde.

ATIVIDADE FÍSICA

Caminhada é uma ótima opção para quem tem vida sedentária. Não requer grandes preparos (somente um alongamento antes e depois) nem oferece riscos. Um tênis confortável, roupas leves e disposição são suficientes. Evite horário de muito calor e use protetor solar. O resultado é uma melhora acentuada da disposição física, da concentração (experimente e se surpreenderá) e até do humor. O que está esperando?

Se você já pratica esporte ou outra atividade física, ótimo! Continue e mantenha regularidade. Só vai contribuir para o seu desempenho. Já a interrupção tende a deixá-lo irritado e com menos atenção.

EQUILÍBRIO

Outra opção interessante são recursos que favoreçam o equilíbrio: meditação, ioga, tai chí chuan, que reduzem o stress e harmonizam corpo e mente.

Também o apoio espiritual, de acordo com suas crenças ou tradições, é valioso; ainda mais nesse momento em que toda proteção é muito bem-vinda…

Em resumo, em vez de criticar-se, acolha suas dificuldades, compreenda-as e busque soluções — naturais, sem agressões, preservando a saúde. Aprenda a pedir e a aceitar ajuda.

SUBLINHE

Sublinhe a matéria enquanto estuda. Um grifo bem feito vale um resumo. Só torne cuidado para não marcar tudo, porque de nada adiantará.

FICHAS-RESUMO X RESUMOS

Considero mais produtivas do que os resumos, porque mais rápidas de serem elaboradas e mais objetivas para serem consultadas. O candidato deve organizar cada disciplina estudada em fichas contendo quadros, esquemas e tópicos, sendo que cada uma deve conter o título da matéria, o subtítulo do assunto e ser numerada.

A ideia é privilegiar o aspecto visual e, por isso, o uso de cores é indicado (sem poluir). É importante incluir fórmulas, exceções, dicas e casos especiais, além de alguma observação relevante para a solução das questões.

São excelentes recursos para fixar a teoria e também como material para revisões em etapas posteriores do estudo e nas semanas anteriores à prova.

Anote suas dúvidas. Cada vez que retornar àquele ponto, verá que elas vão desaparecendo pela melhor compreensão da matéria. A cada vez o entendimento aprofunda-se mais um pouco. Peça também ajuda aos professores. É difícil para algumas pessoas, mas eles têm muita experiência e são nossos aliados nessa batalha.

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qui 11 ago/2016

Como continuar a estudar para concursos depois de várias reprovações?

009_Lia_Salgado_G1_26-07-2016Concurso público é um projeto repleto de desafios. Requer tempo, determinação, algum investimento financeiro. Além disso, cada reprovação é um obstáculo a ser superado pelo candidato. Dependendo da situação, a autoestima pode ficar abalada e a confiança de que um dia tudo vai dar certo pode fraquejar. Desistir passa a ser uma alternativa.

O primeiro cuidado para evitar esse perigo é saber que praticamente todo candidato sofre algumas reprovações. Então, passar por isso não significa incompetência.

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ter 26 jul/2016

Veja dicas para estudar português para concursos públicos

009_Lia_Salgado_G1_19-07-2016Na coluna de vídeo desta semana, a especialista Lia Salgado fala sobre a importância de estudar a língua portuguesa para fazer provas de concursos públicos. A especialista lembra que a disciplina cai em todos os concursos e é ideal ter conhecimentos sólidos e bem fundamentados.

Acredito que muita gente confia que vai ir bem, exatamente pelo fato de ser a nossa língua. Mas não é bem assim que funciona. Eu me gabava de saber bem português, fui muito bem nos vestibulares que fiz, mas parece que há algumas coisas que a gente só aprende quando estuda para concurso, detalhes que eu nem sabia que existiam. E são cobrados nas provas.

O português é uma língua difícil. Mas, realmente, não é tão subjetiva. Dá essa impressão porque há muitas regras e um mundo de exceções e variações.

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ter 19 jul/2016

A Estratégia do Guerreiro

GuerreiroDurante todo o tempo da prova, confie no trabalho que foi feito. Mesmo que apareça uma coisa que nunca viu, leia com calma e atenção e tente relacionar com algo que conheça. Um bom recurso é “conversar” com a prova, tentar perceber a intenção do examinador.

Cuidado com a letra, com as contas. Para não ser traído por uma observação confusa, tente organizar as anotações. Vale até usar a carteira como rascunho, se for de fórmica clara. Quando acabar a prova, apague tudo, por uma questão de gentileza…

Normalmente, o tempo é um fator primordial na hora da prova. Algumas pessoas dizem que é o maior inimigo. Prefiro achar que precisamos fazer dele nosso melhor aliado. Se tiver feito uma preparação correta, já terá escolhido a melhor estratégia a ser adotada, ordem de matérias etc.

Com base nisso, considero mais proveitoso responder, na ordem de matérias preestabelecida por você, a todas as questões em que não tenha dúvida e que não vão tomar muito tempo (cálculos demorados, por exemplo, ficam para depois). Ao lado das opções, acho interessante fazer algumas anotações que possam ajudar a decidir posteriormente, e circundar as questões em que tem dúvida.

Concentre-se numa questão de cada vez. É ler, marcar e seguir em frente. Se precisar pensar, pule para a seguinte, sem preocupação. Desta forma, vai garantir o maior número de pontos com o mínimo de tempo. Se você demorar muito em questões trabalhosas e depois não houver tempo suficiente para outras que talvez fossem simples, pode perder uma preciosa diferença em relação a outros candidatos.

Quando chegar à última matéria dê uma pequena pausa, alongue-se um pouco e faça algumas respirações mais profundas para recuperar o equilíbrio.

E se houver redação? Talvez seja melhor fazê-la logo após essa primeira “rodada” (salvo se não estiver conseguindo desenvolvê-la de jeito algum; ai é mais prudente adiantar as questões). Porque, quando voltar para a parte objetiva, já haverá certa tranquilidade de que tudo o sabe está feito e a redação, pronta.

Foi até o fim da prova uma vez? Retorne, então, à primeira matéria escolhida, com a consciência de que garantiu muitos pontos. Siga, novamente, até a última matéria, sem reler aquilo a que respondeu com segurança da primeira vez. Dedique-se às questões que dependem de você pensar um pouco mais, mas que não tomarão muito tempo. Por vezes, é só uma questão de compreender melhor o enunciado. A serenidade de já ter feito boa parte da prova torna o seu olhar mais preciso e a mente mais atenta. Muitas vezes, esta segurança é suficiente para enxergarmos coisas que haviam passado despercebidas na tensão do primeiro olhar. Dedique-se, também, às questões mais trabalhosas, mas às quais você sabe responder. Siga até o fim da prova.

Faça mais uma pequena pausa. Lembre-se de respirar calma e profundamente. Se necessário, vá ao banheiro (é bom “sair um pouco de cena”, para espairecer). Agora, com todos os pontos possíveis já garantidos, enfrente aquelas questões (espero que sejam pouquíssimas) que você não tem ideia do que sejam. Esse é o momento crucial: buscar no fundo da memória algo que você um dia ouviu ou leu, tentar recompor a informação necessária. Às vezes, brincar mesmo com a questão, fazer suposições (mesmo as absurdas), sei lá. De alguma forma, encontrar um caminho para escolher uma das opções. Se você estiver bem preparado, dificilmente será um “chute cego”. Use o bom senso, o tempo que tem, e escolha a opção mais razoável. Vale rezar para melhorar as chances…

Lembre-se do tempo para marcar o cartão de respostas. Considero mais seguro fazê-lo somente no fim da prova, uma questão por vez, com o máximo de atenção e cuidado.

Eu costumo sair da prova esgotada, pálida, como se tivesse “deixado a minha alma” lá. Afinal, é o momento de coroar todo o esforço feito anteriormente.

E, sabe? Aprendi uma coisa: o importante, ao terminar a prova, não é somente o resultado. É saber se você fez o seu melhor. Porque errar coisas que não sabia indica que precisa estudar mais. Mas, se houve realmente dedicação ao estudo e não estava ao seu alcance ainda, não há por que se cobrar. Agora, errar coisa que sabia é dureza. Dá uma tristeza enorme, porque você sabe que tinha condições e não fez. E aí? Talvez seja o caso de perceber que você necessita preparar-se melhor para o momento da prova. Também é uma estrada a ser trilhada e requer alguma experiência. Procure não se recriminar e use essa falha como um alerta sobre quais pontos precisam ser trabalhados.

É isso, então. Como vimos, para ser aprovado num concurso é necessário ter o conhecimento adequado, mas não é o suficiente. O amadurecimento de como fazer a prova pode colocar um candidato menos preparado em melhores condições do que aquele que sabe toda a matéria, mas não estabelece uma estratégia eficiente na hora de demonstrar seu conhecimento. Precisamos cuidar para que tudo trabalhe a nosso favor, e possamos sair da prova com a certeza de ter empenhado todos os nossos recursos na direção do melhor resultado.

Trecho retirado do meu livroComo Vencer a maratona dos Concursos Públicos  

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qui 14 jul/2016