Quer fazer concurso público? Conheça três áreas de atuação

009_Lia_Salgado_G1_14-06-2016Retomando o tema “áreas de concurso e as atividades envolvidas”, vamos comentar mais três áreas muito procuradas pelos candidatos: segurança pública, fiscalização, e planejamento, gestão e controle. O primeiro post falou sobre as áreas bancária, administrativa e de tribunais.

1) Área de segurança pública   

Esta é uma área com características que atrai candidatos por ser mais dinâmica, podendo envolver riscos. Há cargos em diversos segmentos: Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, polícias civis dos estados e DF, polícias militares dos estados e DF, bombeiro militar, polícia legislativa (Câmara e Senado, assembleias legislativas, câmaras municipais).

2) Área fiscal

Muito procurada por quem decide prestar concursos públicos, em razão do bom nível salarial oferecido. As oportunidades estão no âmbito federal (Receita Federal), nos estados (ICMS) e municípios (ISS), o que amplia bastante o número de editais. As atribuições são similares, guardadas as peculiaridades de cada tributo. Os salários variam de acordo com a unidade da federação.

3) Área de planejamento, gestão e controle

Com preparação similar à da área fiscal e salários atraentes, o candidato pode ampliar as oportunidades, apenas com alguns ajustes. É necessário acrescentar as matérias de controle externo e auditoria governamental, além de aprofundar o estudo de AFO (administração financeira e orçamentária) e administração.

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ter 14 jun/2016

Você ouve vozes?

Cruzes! O que é isso?

Calma! Estou me referindo a vozes externas e internas que passam o tempo todo desviando você do objetivo: amigos, namorado(a) congêneres…

— Vamos sair hoje? Tem uma parada maneira…

— Vamos à praia?

Mães, filhos, cônjuges…

— Ai, você não liga mais para mim, nunca tem tempo para me dar atenção.

Diversos…

— Você ainda não passou? Será que adianta ficar estudando assim?

— E se você não passar, o que vai fazer? (essa foi do meu filho de 18 anos, antes da última prova; uma delícia…).

— Você não acha que precisa cuidar mais dos seus filhos? Nem tudo pode ser adiado! (o de 15 anos…).

E as internas, nossos “fantasmas” pessoais:

— Ai, meu Deus! E se eu não for capaz?

— E se eu ficar doente no dia da prova? Se sofrer um acidente?

— E se o concurso for anulado?

— E se me der um “branco”? Ou ainda:

— Nunca passo nas provas, sempre fui péssimo aluno, não tenho base…

Sugestão: faça-se de surdo. Dê um sorriso e diga:

— Vou fazer o meu melhor, pedir proteção; se ainda não for a minha hora, continuarei estudando.

Jogue fora todo aquele registro negativo. Você hoje é um adulto (ou quase) e tem algo que não tinha antes: maturidade. Isso faz toda a diferença. Verá. Fortaleça sua determinação, concentre todas as suas forças no concurso, de forma que todo o resto saia um pouco de foco. Durante todo o tempo, pergunte:

— Isso é importante para a prova? Está me ajudando a estudar?

Fora isso, só enxergue algo realmente grave, inadiável mesmo.

Voce_ouve_vozes

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● Coluna da semana no G1: ”Vale a pena fazer concurso depois dos 50 anos?

● Livro – Como Vencer a Maratona dos Concursos Públicos – à venda na Saraiva

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qui 09 jun/2016

Vale a pena fazer concurso depois dos 50 anos?

009_Lia_Salgado_G1_07-06-2016Na coluna de vídeo desta semana, a especialista Lia Salgado tira dúvidas dos internautas sobre candidatos com mais de 50 anos que desejam fazer concursos. A especialista fala se a ideia serve como uma forma de “aposentadoria” e também como eles podem concorrer com candidatos mais jovens.

Darli Maria, de 51 anos, é formada em direito e quer fazer um concurso público para atuar na área. Ela conta com o apoio da família e quer saber se vale a pena tentar uma vaga tendo amsi de 50 anos.

Segundo Lia, aposentados podem prestar concurso. Se a aposentadoria for pelo Regime Geral da Previdência Social não há qualquer impedimento.

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ter 07 jun/2016

Concurso tem teste físico? Veja dicas para se preparar

009_Lia_Salgado_G1_24-05-2016Na coluna de vídeo desta semana, a especialista Lia Salgado tira dúvidas dos internautas sobre como se preparar para o teste físico, em concursos que têm essa etapa no processo seletivo, e também como dividir o tempo para o estudo da teoria e a preparação física.

O teste físico é comum nos concursos para a área de segurança pública, mas também acontece para concursos em que é necessário comprovar vigor e resistência física, como no caso de carteiros e garis.

A preparação física fica para depois da prova objetiva, simplesmente porque o corpo precisa de um tempo para ganhar condicionamento. E o tempo entre a prova escrita e o teste físico não é suficiente, por isso muita gente é reprovada.

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ter 24 maio/2016

O que fazer depois do concurso do INSS?

009_Lia_Salgado_G1_17-05-2016Um dos grandes concursos do ano – o do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) – aconteceu no último domingo (14), com mais de 1 milhão de inscritos. E agora, depois da prova, o que os candidatos podem fazer?

Independentemente do resultado, a melhor estratégia é descansar por uma semana e depois retomar os estudos. Se você fez uma excelente prova e ficou dentro das vagas oferecidas no edital, ótimo. Mas não sabemos quando será a convocação. Além disso, se você foi aprovado, deve estar num patamar de conhecimento que vai permitir que seja bem sucedido também em futuros editais. E poderá escolher a vaga que apresentar melhores condições de trabalho e remuneração.

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ter 17 maio/2016

Sono?

10527Estudar é ótimo… sonífero! Meio da manhã, após o almoço, ai… é mortal. E aí, fazer o quê?

Bom, a batalha começa na hora em que toca o despertador:

— Levanta, “tá” na hora!

— Ai, que preguiça… Preciso dormir mais um pouco… Só um pouquinho…

— Vamos lá, você tem um concurso! Seus concorrentes já estão estudando!

— “Tá” bom! “Tá” bom!

Ótimo! No diálogo interno entre o responsável e o malandro, venceu o guerreiro. A questão é que, quando vence o preguiçoso (ou o cansado mesmo; muitas vezes não é preguiça), na hora é ótimo, mas depois você se mortifica por não ter sido capaz de honrar a programação. Quando você cria coragem e se levanta da cama (ainda que seja no “piloto automático”), toma uma chuveirada, toma o café da manhã e senta-se para estudar, vem uma sensação de poder, de ter vencido a inércia. E é por ai. Todo dia a mesma batalha, como um viciado, Pense em vencer aquele momento, daquele dia.

E, no decorrer das horas, novamente aparece nosso vilão. As letras vão ficando difusas, os olhos fechando… Nessa hora, coragem. Lavar o rosto, tomar um café, mate, guaraná natural, qualquer coisa. Uma balinha também ajuda a espantar o tédio (quando passar, poderá pagar a conta do dentista). Biscoito, barra de cereais, maçã, o que mais lhe aprouver. Desde que ajude a superar a tentação de deitar e perder um tempo precioso.

Mas, existe uma exceção: há pessoas que precisam mesmo de um cochilo à tarde, de vinte minutos que seja, senão ficam imprestáveis. Dormem de qualquer jeito, sentadas, com o caderno na mão. Temos, então, duas opções: colocar oficialmente a tal soneca na programação (é o melhor) ou, se o caso não for tão grave, nos dias em que estiver insuportável, resignar-se e tirar os minutos de descanso onde estiver. Tenho um amigo que deitava nas cadeiras mesmo, sob a mesa da sala de estudo; minutos depois, levantava totalmente recuperado. O pessoal das bibliotecas costuma não gostar muito, mas acho que só deitar a cabeça sobre a mesa é aceitável.

Mas, por favor, não vá tomar energéticos à noite e depois perder as horas de sono, porque ficou “ligado”. Aí “entorta” tudo.

Uma noite, vi um amigo tomar uma bebida energética no intervalo da aula. Depois, ele bebeu mais uma. Eu perguntei:

— Caramba! Isso não tira o seu sono?

E ele:

— Não. Quer dizer, será que foi por isso que ontem só consegui dormir às duas e tal?

Enfim, é necessário dormir na hora de dormir, o melhor possível, um número de horas suficiente para o seu ritmo. Estudar na hora de estudar.

Para se ter uma ideia, o meu maior sonho para quando acabassem as provas era poder dormir um dia inteiro, sem culpa, tal era o cansaço…

E não se iluda; é uma batalha constante:

dormir ou estudar;

passear ou estudar;

namorar ou estudar;

ir à praia ou estudar;

fazer nada ou estudar.

Mantenha-se firme: estudar ou estudar. E mais: não é “estudar para passar”, mas “estudar até passar”. Depois que colher os resultados, verá que valeu a pena!

Sono_____________________________________________________________________

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● Coluna da semana no G1: ”Concursos: Plano ‘guarda-chuva’ e gravador no estudo valem a pena?

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seg 16 maio/2016

Todos os concursos valem a pena?

009_Lia_Salgado_G1_03-05-2016Uma dúvida que frequentemente atormenta os candidatos quando sai um edital é saber se determinado concurso vale ou não a pena. Claro que o quesito número um é o tipo de atividade a ser desempenhada, porque, se for incompatível com o perfil do candidato, não é edital que interesse. Além disso, há diversos fatores, como remuneração, quantidade de matérias que serão cobradas e local das vagas. Mas o aspecto mais difícil de julgar, muitas vezes, é o tipo de vaga oferecida e as reais possibilidades de ser chamado.

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ter 03 maio/2016

Concursos: tire dúvidas sobre nomeação de candidatos aprovados

009_Lia_Salgado_G1_26-04-2016Na coluna de vídeo desta semana, a especialista Lia Salgado tira dúvidas dos internautas sobre a nomeação de candidatos aprovados em concursos. A colunista esclarece se existe um prazo ou data limite para a convocação para a posse.

No Paraná

“Passei num concurso público do estado do Paraná em 2014, que foi homologado em 04 de julho de 2014, e em setembro foram feitos os exames médicos. Existe prazo para nomeação após os exames? Outra dúvida: existe data limite do edital do resultado de escolha de vagas para o edital de nomeação? Ainda ninguém foi nomeado”, questiona Daniela Ragazzon.

Segundo Lia, o mais comum é que primeiro a nomeação seja publicada, depois os candidatos realizam os exames médicos, em seguida acontece a apresentação de documentos e perícia médica e somente depois é marcada a posse. “Há prazo legal entre a nomeação e a posse, em geral, de 30 dias, podendo ser prorrogado por mais 30, por solicitação do aprovado. O prazo é definido pela lei do servidor público de cada unidade da federação”, completa.

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ter 26 abr/2016

Veja 10 vantagens de prestar concursos para cargos de nível fundamental

009_Lia_Salgado_G1_19-04-2016Atualmente, os concursos públicos são uma opção de carreira bastante conhecida, mas não era assim há alguns anos, quando somente uns poucos – em geral quem já tinha familiares servidores – tinham alguma noção dessa possibilidade e de como funcionava. Eram conhecidos os concursos para o Banco do Brasil, para a Receita Federal e para juiz, basicamente.

Apesar disso, ainda hoje há oportunidades que pouca gente conhece e, por isso, não se preparara para aproveitar. É o caso dos concursos para nível fundamental. Alguns cargos aceitam mesmo a escolaridade incompleta. Além de oferecer as mesmas vantagens de outros concursos – segurança e bom salário (comparado à iniciativa privada, para o mesmo nível de escolaridade), acontecem com uma frequência talvez até maior do que concursos para outras formações. Num momento de baixa empregabilidade no país, vale conferir os detalhes.

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ter 19 abr/2016

A distância também funciona

Ao longo dessa quase uma década desde a minha aprovação, o mundo dos concursos públicos sofreu profundas transformações. Talvez a mais significativa seja a disseminação do ensino a distância. Quando eu iniciei os estudos, mesmo a internet não era acessível para qualquer pessoa. Quem não tinha boas condições financeiras (como era o meu caso) não tinha internet ou, se tivesse, a conexão era por meio de linha discada – um horror de lentidão. Mas a tecnologia se desenvolveu absurdamente e está cada vez mais disponível para outros segmentos da sociedade, com a invasão de computadores e celulares com internet.

Os cursos preparatórios, atentos a essa oportunidade, criaram os cursos a distância, que vieram democratizar verdadeiramente o conhecimento e o acesso às vagas no setor público em todo o país. Os cursos on-line, via internet, são muito úteis para quem está longe de um grande centro e não tem acesso a um curso presencial. E também para quem está num grande centro e prefere economizar tempo e despesa com deslocamento. Ou, ainda, para quem não tem possibilidade de assistir às aulas em horário convencionais – o curso via internet pode ser assistido no horário mais conveniente para o candidato. Alguns cursos permitem que o aluno assista a cada aula diversas vezes; outros deixam o curso disponível para o acesso ilimitado por período determinado de tempo (por alguns meses). Se o candidato estiver com mais dificuldade em alguma matéria, esse também é um excelente recurso, já que o possível interromper e repetir a explicação quantas vezes for preciso até a perfeita compreensão do assunto.

Mas há duas desvantagens. A primeira delas é o fato de que é preciso muita disciplina para não comprar o curso e adiar indefinidamente o início das aulas; ou assistir sem qualquer regularidade e levar um tempo enorme para concluir cada módulo. Qualquer das duas situações vai fazer com que se perca a vantagem de poder assistir às aulas de uma vez sem falar no tempo desperdiçado.

A outra desvantagem é o concursando ficar isolados das outras pessoas que têm um projeto similar e, com isso, deixar de trocar informações preciosas relacionadas a materiais, concursos iminentes e ouras dicas úteis e outras dicas úteis. Além disso, a oportunidade de compartilhar experiências – tanto boas quanto ruins – traz algum conforto emocional, tão necessário para quem está enfrentando essa maratona de estudos e privações.

Esse aspecto pode ser minimizado utilizando-se de fóruns de discussão relacionados a concursos públicos na internet. Alguns são até divididos por tipo de concurso e ali o candidato pode obter informações e se sentir fazendo parte de um grupo de iguais.

Trecho retirado do meu livroComo Vencer a maratona dos Concursos Públicos  

University students studying, from above

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qui 14 abr/2016