Foi reprovado em um concurso? Saiba o que fazer

009_lia_salgado_g1_25-10-2016Só quem já passou por isso sabe qual é a sensação de fazer um concurso sabendo que tem condições de aprovação e, quando vai conferir o gabarito, descobre que ficou fora.

Ninguém fica muito abalado quando tem consciência de que ainda não está preparado, que não estudou todo o conteúdo. O que dói, de verdade, é ter a certeza de que fez o melhor, dedicou-se ao máximo e não foi suficiente.

A primeira coisa que vem à cabeça é: Eu nunca vou conseguir. Se eu fiz todo o possível e isso não foi suficiente, não há como melhorar. Vou desistir definitivamente dessa loucura que é passar em concurso público.

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ter 25 out/2016

Concurso público ou iniciativa privada? – parte II

009_lia_salgado_g1_11-10-2016Na coluna desta semana, continuamos a falar sobre iniciativa privada e administração pública.Conforme a última coluna escrita, não há resposta certa. Tudo depende da situação de cada um, dos sonhos e de outros fatores. O fato é que toda idade e momento de vida oferecem vantagens e desafios em relação aos concorrentes. É uma questão de aproveitar os recursos favoráveis e não ficar lamentando e se comparando aos outros.

Nesta coluna, vamos mostrar uma pequena análise por faixa etária e etapas de vida para apresentar os cenários da iniciativa privada e dos concursos públicos para quem está em dúvida. Agora, serão apresentados os seguintes perfis: 40/50 anos, que ainda não conquistaram o salário desejado, e aposentados.

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ter 11 out/2016

Absorvendo as matérias

concurso-materias-iconeOlá!
Nosso “papo” de hoje trata de um tema espinhoso: dificuldades. Infelizmente (ou felizmente?) a vida é repleta dessas coisinhas que parecem vir somente para atrapalhar os nossos projetos, mas são exatamente elas que possibilitam urna real preparação para as provas da vida (ou dos concursos). Contratempos como concursos cancelados, suspensos, adiados, resultados abaixo do esperado, impedimentos inoportunos, etc. fazem uma seleção e eliminam os menos estruturados. É aí que muita gente se deixa derrotar e desiste de seus projetos. Outros, simplesmente aproveitam o momento para melhorar a preparação, enquanto aguardam a oportunidade seguinte. Uma excelente maneira de enfrentar as dificuldades, pelo menos no seu caso, concurseiro, é estudar. A fim de facilitar um pouco a sua tarefa, vou ensinar algumas técnicas de estudo (ou: como não dormir sobre os livros).

Em primeiro lugar, gostaria de lembrar que, quando você senta para estudar, é um atleta entrando em campo. Faça isso com disposição e alegria. Caso contrário, o seu cérebro se “desligará” da tarefa, porque você estará transmitindo uma mensagem de desinteresse (e ele é muito obediente aos seus comandos, pode acreditar!). Então, se esse é o caminho para conquistar o que você está buscando – uma vida nova, com muito mais qualidade (e dinheiro, claro!)-, adote uma postura compatível com a importância do projeto.

Cabe lembrar que o conhecimento precisa de sucessivas repetições para ser assimilado. Como um atleta, você repetirá o treino inúmeras vezes (é… tantas assim), ou seja, irá do inicio ao fim da matéria várias vezes.

É importante, ainda, tornar o estudo algo dinâmico, já que a monotonia leva ao tédio, ao sono e ao desinteresse. Por este motivo, a cada vez você verá a matéria de uma forma diferente.

Uma boa prática é iniciar pelas anotações de aula (é o que você tem de mais familiar). Procure compreender o conteúdo, mas não se preocupe em assimilar (decorar, memorizar ou o nome que for). Assinale as dúvidas para saná-las posteriormente com o professor ou mesmo com algum colega.

Leia um ponto da matéria no caderno, o mesmo ponto no livro (de concurso, preferencialmente das editoras especializadas, por terem qualidade comprovada), e faça exercícios didáticos do livro sobre o mesmo assunto, imediatamente após. Assim, você retém 70% a mais de informações (palavras do Renato Alves, recordista de memória no Brasil). Resolva os exercícios consultando a teoria.

Com este método, o cérebro permanecerá atento ao trabalho, porque você está solicitando seus serviços. Quando apenas lemos a matéria, o cérebro não se sente necessário e vai “pensar em outras coisas”, ao que chamamos de dificuldade de concentração. Siga para o ponto seguinte. Quando concluir o horário de estudo daquela matéria (sempre respeitando o planejamento feito no início do mês), assinale onde está. No dia em que voltar a ela, retome dali para a frente. Quando chegar ao fim de todo o conteúdo, volte ao início.

Nesse segundo momento, repita o procedimento anterior (caderno, livro), faça fichas-resumo e grife as partes mais importantes no livro. Isto fará com que você sintetize as informações, que serão melhor fixadas. Faça novos exercícios. Consulte sempre a teoria.

Concluída essa etapa, passamos à fase 3: revise suas fichas-resumo e faça provas anteriores (agora, sem consulta). Volte às fichas, mesmo para as questões que tiver acertado. Verifique se há algo a ser acrescentado, anote detalhes que você sempre esquece e inclua exemplos de exercícios que você sempre erra. Esse material vai ser o seu apoio para urna revisão nas semanas anteriores à prova.

Você vai perceber que, a cada retorno, a matéria fica mais clara, o entendimento é ampliado e o assunto vai sendo fixado naturalmente. Quando sair o edital, a maior parte do conteúdo já estará sedimentada e restarão poucas informações a serem decoradas.

Veja-se, sempre, como um atleta em treinamento, que inicia o condicionamento aos poucos, melhorando com o passar do tempo.

Para concluirmos, gostaria de fazer um alerta. É muito importante o equilíbrio entre a consciência do que já fizemos e a humildade de saber que sempre há algo a ser aprendido. O concursando que vence é aquele que se coloca com humildade diante da matéria e, assim, examina todo o conteúdo como se fosse a primeira vez. Desta forma, estará cada vez melhor preparado.

Confie. A vitória está cada vez mais próxima.

[matéria escrita para o Guia dos Concursos nº11]

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● Coluna da semana no G1: Veja dicas para ter uma boa estratégia de estudo para concursos

● Livro – Como Vencer a Maratona dos Concursos Públicos – à venda na Saraiva

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qui 06 out/2016

Veja dicas para ter uma boa estratégia de estudo para concursos

009_Lia_Salgado_G1_04-10-2016Concurso de nível médio antes de superior
A internauta Michele de Castro é formada, trabalha na iniciativa privada e começou os estudos para a Receita Federal. Ela quer saber se vale a pena fazer um concurso de nível intermediário para o Banco do Brasil. “Mas, estou necessitando de algo que me dê um pouco mais de segurança; algo no sentido de ‘no meio do caminho, preciso de uma aprovação’. Estou sem saber se paro a Receita Federal e foco no Banco do Brasil ou se existem chances boas de passar começando a estudar após o edital”, diz Michele.

Segundo Lia, a escolha da internauta parece bastante sensata. “Há momentos em que é importante garantir uma aprovação intermediária que garanta sustentação para seguir para o concurso dos sonhos”, afirma.

Confira a matéria e assista ao vídeo clicando aqui

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ter 04 out/2016