A importância das provas de concursos anteriores

009_Lia_Salgado_G1_28-06-2016Por que é tão importante resolver provas de concursos anteriores? Porque é muito difícil saber todo o conteúdo que consta do edital. Mas, para ser aprovado, é essencial saber muito bem o que será cobrado na prova. E, mais ainda, como será cobrado.

Acontece que as bancas têm características próprias e, se você tiver resolvido dezenas, centenas, milhares de questões da organizadora do seu concurso, a sensação de familiaridade e segurança permitirá que você saiba exatamente o que fazer durante a prova.

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ter 28 jun/2016

Simulados – sim ou não?

clipboard-512Existem dois momentos bem distintos nesse processo de estudo para concurso público. No primeiro, você está procurando adquirir o conhecimento referente às matérias gerais, que costumam cair em todos os certames da área escolhida (jurídica, fiscal etc.). Não há edital publicado e é necessário ter urna determinação férrea para não deixar o tempo escoar, já que não há ainda um objetivo visível à frente. Por outro lado, é quando você pode, silenciosamente, ir ganhando posições na sua maratona. Nesse contexto, os simulados são um excelente recurso.

Em primeiro lugar, você se habitua a passar quatro horas sentado numa cadeira fazendo prova. Pode parecer bobagem, mas no início é quase insuportável. Depois, mais outras tantas horas assistindo à correção. Melhor! Há concursos com prova pela manhã e à tarde. Ponto para você que já estará “escolado” nisso, enquanto os outros entrarão em desespero, sem posição na cadeira…

Em segundo lugar, você se sente obrigado a melhorar o desempenho a cada semana. Ou a mantê-lo, se já estiver ótimo. Considero que um péssimo resultado no simulado equivale a uma chamada que levamos, no sentido de focar melhor os estudos. Nada de desanimar. Encarar como um alerta, um puxão de orelhas e meter bronca na semana seguinte. Sem contar que, com certeza, terá muito a aprender com a correção, já que cometeu tantos erros… Por outro lado, um ótimo simulado é um carinho no ego. Ficamos orgulhosos, confiantes e com mais vontade de continuar a estudar.

Eu gostava de concorrer comigo mesma; não me preocupava muito com os outros. Mas, também, gostava de observar pessoas que estavam sempre entre os primeiros lugares. Percebi que eu chegava tarde, ficava entediada, saía várias vezes da sala e, muitas vezes, não ficava até o fim do tempo permitido, ainda que não houvesse terminado a prova. Aquelas pessoas, ao contrário — especialmente um rapaz, que se tornou meu ídolo secreto — chegavam cedo, concentravam-se todo o tempo, ficando até os últimos minutos. Procurei absorver essa conduta e passei a levar mais a sério aquelas oportunidades. Meu rendimento mudou consideravelmente.

Um outro momento do estudo é quando a prova para valer está marcada, já se sabe qual será a banca examinadora, o número de questões. Aí você poderá efetivamente testar seus conhecimentos, porque as provas simuladas trarão o mesmo número de questões, mesmo tipo de formulação. Os cursinhos conhecem o estilo de cada banca e oferecem a oportunidade de você ser submetido, toda semana, a uma prova bastante semelhante à que enfrentará no dia do concurso. Com isso, você pode decidir como dividir o tempo e por qual matéria começar a resolver a prova. Tem até o direito de errar umas bobagens, porque é simulado. Daí ficar atento, verificar o que não funcionou, ajustar. No dia da prova, vai com a tranquilidade de quem tem a estratégia testada e aprovada. Já seu concorrente pode se “enrolar”…

Mas, atenção! O resultado do simulado não é determinante do seu desempenho no dia da prova (inclusive porque alguns cursinhos pegam pesado e fazem questões bem acima do nível da prova real). Ele apenas serve de parâmetro: se você estiver nos primeiros lugares, o.k., esteja confiante, mas não relaxe. Se não estiver, atenção total para fazer a melhor prova possível e ganhar posições. 

Eu, por exemplo, nas duas primeiras fases do ISS-RJ, estive bem posicionada nos simulados, conseguindo até um primeiro lugar entre a elite dos concursandos. Em compensação, na terceira fase ficava sempre entre os últimos e o sábado tornou-se um dia muito difícil para mim — não conseguia sequer terminar a prova no tempo determinado, porque havia muitas matérias exatas que, decididamente, não eram o meu forte. Entretanto, continuei batalhando, fazendo exercícios para reduzir o tempo de solução e, graças a Deus, a prova não trouxe tantas questões longas. No fim das contas, foi a minha melhor pontuação naquele concurso.

Trecho retirado do meu livroComo Vencer a maratona dos Concursos Públicos  

Question marks

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● Coluna da semana no G1: ”Quer fazer coaching para concursos? Tire dúvidas sobre o método

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qui 23 jun/2016

Quer fazer coaching para concursos? Tire dúvidas sobre o método

009_Lia_Salgado_G1_21-06-2016Na coluna de vídeo desta semana, a especialista Lia Salgado fala sobre o uso do coaching na preparação para concursos públicos. A colunista fala sobre o método e como os candidatos podem utilizá-lo para deixar sua rotina de estudo mais efetiva para conseguir uma aprovação.

O coaching ou consultoria é um recurso relativamente novo na preparação para concurso público e pode funcionar muito bem.

Na prática, o trabalho funciona com o de um personal trainer de academia e reduz bastante as dificuldades que os candidatos enfrentam na preparação, porque não sabem qual material utilizar e ficam perdidos. A maioria também tem muita dificuldade para organizar o horário de estudo e distribuir as matérias.

Alguns orientadores promovem encontros presenciais, individuais ou em grupo, com os alunos. Mas já é muito comum a orientação pela internet, por meio de vídeo-conferência.

A partir de uma entrevista inicial é possível conhecer o histórico do aluno, seu perfil e expectativas. Com base nessas informações é traçado o plano de trabalho.

Confira a matéria e assista ao vídeo clicando aqui

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ter 21 jun/2016

Quer fazer concurso público? Conheça três áreas de atuação

009_Lia_Salgado_G1_14-06-2016Retomando o tema “áreas de concurso e as atividades envolvidas”, vamos comentar mais três áreas muito procuradas pelos candidatos: segurança pública, fiscalização, e planejamento, gestão e controle. O primeiro post falou sobre as áreas bancária, administrativa e de tribunais.

1) Área de segurança pública   

Esta é uma área com características que atrai candidatos por ser mais dinâmica, podendo envolver riscos. Há cargos em diversos segmentos: Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, polícias civis dos estados e DF, polícias militares dos estados e DF, bombeiro militar, polícia legislativa (Câmara e Senado, assembleias legislativas, câmaras municipais).

2) Área fiscal

Muito procurada por quem decide prestar concursos públicos, em razão do bom nível salarial oferecido. As oportunidades estão no âmbito federal (Receita Federal), nos estados (ICMS) e municípios (ISS), o que amplia bastante o número de editais. As atribuições são similares, guardadas as peculiaridades de cada tributo. Os salários variam de acordo com a unidade da federação.

3) Área de planejamento, gestão e controle

Com preparação similar à da área fiscal e salários atraentes, o candidato pode ampliar as oportunidades, apenas com alguns ajustes. É necessário acrescentar as matérias de controle externo e auditoria governamental, além de aprofundar o estudo de AFO (administração financeira e orçamentária) e administração.

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ter 14 jun/2016

Você ouve vozes?

Cruzes! O que é isso?

Calma! Estou me referindo a vozes externas e internas que passam o tempo todo desviando você do objetivo: amigos, namorado(a) congêneres…

— Vamos sair hoje? Tem uma parada maneira…

— Vamos à praia?

Mães, filhos, cônjuges…

— Ai, você não liga mais para mim, nunca tem tempo para me dar atenção.

Diversos…

— Você ainda não passou? Será que adianta ficar estudando assim?

— E se você não passar, o que vai fazer? (essa foi do meu filho de 18 anos, antes da última prova; uma delícia…).

— Você não acha que precisa cuidar mais dos seus filhos? Nem tudo pode ser adiado! (o de 15 anos…).

E as internas, nossos “fantasmas” pessoais:

— Ai, meu Deus! E se eu não for capaz?

— E se eu ficar doente no dia da prova? Se sofrer um acidente?

— E se o concurso for anulado?

— E se me der um “branco”? Ou ainda:

— Nunca passo nas provas, sempre fui péssimo aluno, não tenho base…

Sugestão: faça-se de surdo. Dê um sorriso e diga:

— Vou fazer o meu melhor, pedir proteção; se ainda não for a minha hora, continuarei estudando.

Jogue fora todo aquele registro negativo. Você hoje é um adulto (ou quase) e tem algo que não tinha antes: maturidade. Isso faz toda a diferença. Verá. Fortaleça sua determinação, concentre todas as suas forças no concurso, de forma que todo o resto saia um pouco de foco. Durante todo o tempo, pergunte:

— Isso é importante para a prova? Está me ajudando a estudar?

Fora isso, só enxergue algo realmente grave, inadiável mesmo.

Voce_ouve_vozes

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● Coluna da semana no G1: ”Vale a pena fazer concurso depois dos 50 anos?

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qui 09 jun/2016

Vale a pena fazer concurso depois dos 50 anos?

009_Lia_Salgado_G1_07-06-2016Na coluna de vídeo desta semana, a especialista Lia Salgado tira dúvidas dos internautas sobre candidatos com mais de 50 anos que desejam fazer concursos. A especialista fala se a ideia serve como uma forma de “aposentadoria” e também como eles podem concorrer com candidatos mais jovens.

Darli Maria, de 51 anos, é formada em direito e quer fazer um concurso público para atuar na área. Ela conta com o apoio da família e quer saber se vale a pena tentar uma vaga tendo amsi de 50 anos.

Segundo Lia, aposentados podem prestar concurso. Se a aposentadoria for pelo Regime Geral da Previdência Social não há qualquer impedimento.

Confira a matéria e assista ao vídeo clicando aqui

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ter 07 jun/2016