Concurso tem teste físico? Veja dicas para se preparar

009_Lia_Salgado_G1_24-05-2016Na coluna de vídeo desta semana, a especialista Lia Salgado tira dúvidas dos internautas sobre como se preparar para o teste físico, em concursos que têm essa etapa no processo seletivo, e também como dividir o tempo para o estudo da teoria e a preparação física.

O teste físico é comum nos concursos para a área de segurança pública, mas também acontece para concursos em que é necessário comprovar vigor e resistência física, como no caso de carteiros e garis.

A preparação física fica para depois da prova objetiva, simplesmente porque o corpo precisa de um tempo para ganhar condicionamento. E o tempo entre a prova escrita e o teste físico não é suficiente, por isso muita gente é reprovada.

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ter 24 maio/2016

O que fazer depois do concurso do INSS?

009_Lia_Salgado_G1_17-05-2016Um dos grandes concursos do ano – o do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) – aconteceu no último domingo (14), com mais de 1 milhão de inscritos. E agora, depois da prova, o que os candidatos podem fazer?

Independentemente do resultado, a melhor estratégia é descansar por uma semana e depois retomar os estudos. Se você fez uma excelente prova e ficou dentro das vagas oferecidas no edital, ótimo. Mas não sabemos quando será a convocação. Além disso, se você foi aprovado, deve estar num patamar de conhecimento que vai permitir que seja bem sucedido também em futuros editais. E poderá escolher a vaga que apresentar melhores condições de trabalho e remuneração.

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ter 17 maio/2016

Sono?

10527Estudar é ótimo… sonífero! Meio da manhã, após o almoço, ai… é mortal. E aí, fazer o quê?

Bom, a batalha começa na hora em que toca o despertador:

— Levanta, “tá” na hora!

— Ai, que preguiça… Preciso dormir mais um pouco… Só um pouquinho…

— Vamos lá, você tem um concurso! Seus concorrentes já estão estudando!

— “Tá” bom! “Tá” bom!

Ótimo! No diálogo interno entre o responsável e o malandro, venceu o guerreiro. A questão é que, quando vence o preguiçoso (ou o cansado mesmo; muitas vezes não é preguiça), na hora é ótimo, mas depois você se mortifica por não ter sido capaz de honrar a programação. Quando você cria coragem e se levanta da cama (ainda que seja no “piloto automático”), toma uma chuveirada, toma o café da manhã e senta-se para estudar, vem uma sensação de poder, de ter vencido a inércia. E é por ai. Todo dia a mesma batalha, como um viciado, Pense em vencer aquele momento, daquele dia.

E, no decorrer das horas, novamente aparece nosso vilão. As letras vão ficando difusas, os olhos fechando… Nessa hora, coragem. Lavar o rosto, tomar um café, mate, guaraná natural, qualquer coisa. Uma balinha também ajuda a espantar o tédio (quando passar, poderá pagar a conta do dentista). Biscoito, barra de cereais, maçã, o que mais lhe aprouver. Desde que ajude a superar a tentação de deitar e perder um tempo precioso.

Mas, existe uma exceção: há pessoas que precisam mesmo de um cochilo à tarde, de vinte minutos que seja, senão ficam imprestáveis. Dormem de qualquer jeito, sentadas, com o caderno na mão. Temos, então, duas opções: colocar oficialmente a tal soneca na programação (é o melhor) ou, se o caso não for tão grave, nos dias em que estiver insuportável, resignar-se e tirar os minutos de descanso onde estiver. Tenho um amigo que deitava nas cadeiras mesmo, sob a mesa da sala de estudo; minutos depois, levantava totalmente recuperado. O pessoal das bibliotecas costuma não gostar muito, mas acho que só deitar a cabeça sobre a mesa é aceitável.

Mas, por favor, não vá tomar energéticos à noite e depois perder as horas de sono, porque ficou “ligado”. Aí “entorta” tudo.

Uma noite, vi um amigo tomar uma bebida energética no intervalo da aula. Depois, ele bebeu mais uma. Eu perguntei:

— Caramba! Isso não tira o seu sono?

E ele:

— Não. Quer dizer, será que foi por isso que ontem só consegui dormir às duas e tal?

Enfim, é necessário dormir na hora de dormir, o melhor possível, um número de horas suficiente para o seu ritmo. Estudar na hora de estudar.

Para se ter uma ideia, o meu maior sonho para quando acabassem as provas era poder dormir um dia inteiro, sem culpa, tal era o cansaço…

E não se iluda; é uma batalha constante:

dormir ou estudar;

passear ou estudar;

namorar ou estudar;

ir à praia ou estudar;

fazer nada ou estudar.

Mantenha-se firme: estudar ou estudar. E mais: não é “estudar para passar”, mas “estudar até passar”. Depois que colher os resultados, verá que valeu a pena!

Sono_____________________________________________________________________

Links

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● Twitter: @liasalgado_

● Coluna da semana no G1: ”Concursos: Plano ‘guarda-chuva’ e gravador no estudo valem a pena?

● Livro – Como Vencer a Maratona dos Concursos Públicos – à venda na Saraiva

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seg 16 maio/2016

Todos os concursos valem a pena?

009_Lia_Salgado_G1_03-05-2016Uma dúvida que frequentemente atormenta os candidatos quando sai um edital é saber se determinado concurso vale ou não a pena. Claro que o quesito número um é o tipo de atividade a ser desempenhada, porque, se for incompatível com o perfil do candidato, não é edital que interesse. Além disso, há diversos fatores, como remuneração, quantidade de matérias que serão cobradas e local das vagas. Mas o aspecto mais difícil de julgar, muitas vezes, é o tipo de vaga oferecida e as reais possibilidades de ser chamado.

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ter 03 maio/2016