Você sabe qual é o seu ponto fraco na prova? Parte II

009_lia_salgado_g1_22-11-2016Na coluna da semana passada, abordamos aqui alguns fatores que levam os candidatos a obter resultados menos expressivos do que poderiam nas provas.

Para mudar essa situação, é necessário identificar o que está acontecendo e encontrar formas de prevenir o que podemos chamar de armadilhas que podem custar a vaga. Dessa forma, teremos uma ideia do que pode ser feito para garantir todos os pontos necessários para a aprovação.

É bastante comum que o candidato repita sempre os mesmos tipos de erro, o que é uma vantagem porque ajuda a identificá-los e, assim, encontrar saídas para que eles não ocorram novamente.

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ter 22 nov/2016

Tire dúvidas sobre a estabilidade no serviço público

009_lia_salgado_g1_01-11-2016Os estudantes Adriana Alves, de 19 anos, e Michel Gomes, de 30 anos, resolveram apostar em concursos por causa da estabilidade. “Acho que é o melhor que eu posso fazer agora: sou nova, tenho tempo, posso estudar bastante. No futuro eu posso ter um cargo público e vou ter um descanso para o resto da vida”, afirma Adriana.

É curioso como o que mais atrai na carreira pública é a segurança. Mais do que os salários. Conheço gente que ganhava muito bem na iniciativa privada, mas buscou os concursos para evitar a eterna preocupação com a perda do emprego.

Em tempos de crise, o risco de demissão no mercado privado é real, e é natural que aumente o interesse pelos concursos.

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ter 01 nov/2016

Foi reprovado em um concurso? Saiba o que fazer

009_lia_salgado_g1_25-10-2016Só quem já passou por isso sabe qual é a sensação de fazer um concurso sabendo que tem condições de aprovação e, quando vai conferir o gabarito, descobre que ficou fora.

Ninguém fica muito abalado quando tem consciência de que ainda não está preparado, que não estudou todo o conteúdo. O que dói, de verdade, é ter a certeza de que fez o melhor, dedicou-se ao máximo e não foi suficiente.

A primeira coisa que vem à cabeça é: Eu nunca vou conseguir. Se eu fiz todo o possível e isso não foi suficiente, não há como melhorar. Vou desistir definitivamente dessa loucura que é passar em concurso público.

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ter 25 out/2016

Concurso público ou iniciativa privada? – parte II

009_lia_salgado_g1_11-10-2016Na coluna desta semana, continuamos a falar sobre iniciativa privada e administração pública.Conforme a última coluna escrita, não há resposta certa. Tudo depende da situação de cada um, dos sonhos e de outros fatores. O fato é que toda idade e momento de vida oferecem vantagens e desafios em relação aos concorrentes. É uma questão de aproveitar os recursos favoráveis e não ficar lamentando e se comparando aos outros.

Nesta coluna, vamos mostrar uma pequena análise por faixa etária e etapas de vida para apresentar os cenários da iniciativa privada e dos concursos públicos para quem está em dúvida. Agora, serão apresentados os seguintes perfis: 40/50 anos, que ainda não conquistaram o salário desejado, e aposentados.

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ter 11 out/2016

Absorvendo as matérias

concurso-materias-iconeOlá!
Nosso “papo” de hoje trata de um tema espinhoso: dificuldades. Infelizmente (ou felizmente?) a vida é repleta dessas coisinhas que parecem vir somente para atrapalhar os nossos projetos, mas são exatamente elas que possibilitam urna real preparação para as provas da vida (ou dos concursos). Contratempos como concursos cancelados, suspensos, adiados, resultados abaixo do esperado, impedimentos inoportunos, etc. fazem uma seleção e eliminam os menos estruturados. É aí que muita gente se deixa derrotar e desiste de seus projetos. Outros, simplesmente aproveitam o momento para melhorar a preparação, enquanto aguardam a oportunidade seguinte. Uma excelente maneira de enfrentar as dificuldades, pelo menos no seu caso, concurseiro, é estudar. A fim de facilitar um pouco a sua tarefa, vou ensinar algumas técnicas de estudo (ou: como não dormir sobre os livros).

Em primeiro lugar, gostaria de lembrar que, quando você senta para estudar, é um atleta entrando em campo. Faça isso com disposição e alegria. Caso contrário, o seu cérebro se “desligará” da tarefa, porque você estará transmitindo uma mensagem de desinteresse (e ele é muito obediente aos seus comandos, pode acreditar!). Então, se esse é o caminho para conquistar o que você está buscando – uma vida nova, com muito mais qualidade (e dinheiro, claro!)-, adote uma postura compatível com a importância do projeto.

Cabe lembrar que o conhecimento precisa de sucessivas repetições para ser assimilado. Como um atleta, você repetirá o treino inúmeras vezes (é… tantas assim), ou seja, irá do inicio ao fim da matéria várias vezes.

É importante, ainda, tornar o estudo algo dinâmico, já que a monotonia leva ao tédio, ao sono e ao desinteresse. Por este motivo, a cada vez você verá a matéria de uma forma diferente.

Uma boa prática é iniciar pelas anotações de aula (é o que você tem de mais familiar). Procure compreender o conteúdo, mas não se preocupe em assimilar (decorar, memorizar ou o nome que for). Assinale as dúvidas para saná-las posteriormente com o professor ou mesmo com algum colega.

Leia um ponto da matéria no caderno, o mesmo ponto no livro (de concurso, preferencialmente das editoras especializadas, por terem qualidade comprovada), e faça exercícios didáticos do livro sobre o mesmo assunto, imediatamente após. Assim, você retém 70% a mais de informações (palavras do Renato Alves, recordista de memória no Brasil). Resolva os exercícios consultando a teoria.

Com este método, o cérebro permanecerá atento ao trabalho, porque você está solicitando seus serviços. Quando apenas lemos a matéria, o cérebro não se sente necessário e vai “pensar em outras coisas”, ao que chamamos de dificuldade de concentração. Siga para o ponto seguinte. Quando concluir o horário de estudo daquela matéria (sempre respeitando o planejamento feito no início do mês), assinale onde está. No dia em que voltar a ela, retome dali para a frente. Quando chegar ao fim de todo o conteúdo, volte ao início.

Nesse segundo momento, repita o procedimento anterior (caderno, livro), faça fichas-resumo e grife as partes mais importantes no livro. Isto fará com que você sintetize as informações, que serão melhor fixadas. Faça novos exercícios. Consulte sempre a teoria.

Concluída essa etapa, passamos à fase 3: revise suas fichas-resumo e faça provas anteriores (agora, sem consulta). Volte às fichas, mesmo para as questões que tiver acertado. Verifique se há algo a ser acrescentado, anote detalhes que você sempre esquece e inclua exemplos de exercícios que você sempre erra. Esse material vai ser o seu apoio para urna revisão nas semanas anteriores à prova.

Você vai perceber que, a cada retorno, a matéria fica mais clara, o entendimento é ampliado e o assunto vai sendo fixado naturalmente. Quando sair o edital, a maior parte do conteúdo já estará sedimentada e restarão poucas informações a serem decoradas.

Veja-se, sempre, como um atleta em treinamento, que inicia o condicionamento aos poucos, melhorando com o passar do tempo.

Para concluirmos, gostaria de fazer um alerta. É muito importante o equilíbrio entre a consciência do que já fizemos e a humildade de saber que sempre há algo a ser aprendido. O concursando que vence é aquele que se coloca com humildade diante da matéria e, assim, examina todo o conteúdo como se fosse a primeira vez. Desta forma, estará cada vez melhor preparado.

Confie. A vitória está cada vez mais próxima.

[matéria escrita para o Guia dos Concursos nº11]

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● Coluna da semana no G1: Veja dicas para ter uma boa estratégia de estudo para concursos

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qui 06 out/2016

Veja dicas para ter uma boa estratégia de estudo para concursos

009_Lia_Salgado_G1_04-10-2016Concurso de nível médio antes de superior
A internauta Michele de Castro é formada, trabalha na iniciativa privada e começou os estudos para a Receita Federal. Ela quer saber se vale a pena fazer um concurso de nível intermediário para o Banco do Brasil. “Mas, estou necessitando de algo que me dê um pouco mais de segurança; algo no sentido de ‘no meio do caminho, preciso de uma aprovação’. Estou sem saber se paro a Receita Federal e foco no Banco do Brasil ou se existem chances boas de passar começando a estudar após o edital”, diz Michele.

Segundo Lia, a escolha da internauta parece bastante sensata. “Há momentos em que é importante garantir uma aprovação intermediária que garanta sustentação para seguir para o concurso dos sonhos”, afirma.

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ter 04 out/2016

Concurso público ou iniciativa privada? – parte I

009_Lia_Salgado_G1_27-09-2016No momento, manter o emprego tem sido uma tarefa delicada para muitas pessoas. Conseguir uma nova colocação no mercado de trabalho, mais ainda. De outro lado, os concursos públicos também não estão em sua melhor fase, com a suspensão na esfera federal e em alguns estados e municípios. Muitos concursos que estavam previstos têm sido adiados.

Mas essa não é a realidade absoluta: muita gente permanece empregada e há postos para quem procura. Quanto aos concursos, também continuam acontecendo.

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ter 27 set/2016

Confie no caminho!

Quantas vezes na minha vida foram a crise e o caos que me obrigaram a olhar a situação de outra forma, a buscar atitudes diferentes que, no fim, terminaram por me conduzir a um lugar melhor do que aquele em que me encontrava. Muitas vezes, o que vemos como equilíbrio é, na verdade, uma situação precária de acomodação na escassez. Não nos motivamos a romper com aquilo, porque pode não ser tão bom, mas também não é tão ruim. E seguimos, ano após ano, sonhando com uma vida melhor sem dar qualquer passo nesse sentido, sem levar a sério nossos próprios desejos e possibilidades. Mas o próprio Aurélio apresenta uma definição interessante para o mesmo caosvazio obscuro e ilimitado que precede e propicia a geração do mundo.

Perfeito! Então, é disso mesmo que estamos falando. Muitas vezes é preciso que tudo saia do lugar, seja por questões econômicas, pessoais, ou quaisquer outras, para que se rompa o que considerávamos equilíbrio e tenhamos coragem de nos aventurar a sair de uma situação ruim – mas conhecida -, e descobrir que existem possibilidades muito melhores fora do nosso mundinho. O curioso é que, enquanto estamos parados, não enxergamos o caminho, nem os recursos de que dispomos para trilhá-lo. Somente quando nos colocamos efetivamente em movimento, e a cada passo, é que teremos clareza do passo seguinte. Neste sentido, se uma crise irrompe na nossa vida, ela vem nos encorajar a andar – afinal, não há muito a perder.

Então, “é caminhando que se faz o caminho”. Sugiro que faça isso com alegria, e não como quem carrega um fardo. Ser concurseiro é, antes de tudo, estar disposto a transformar-se a cada passo, é abandonar falsas crenças limitantes e ter a ousadia de se observar com isenção, sem julgamentos, para ajustar o projeto às mudanças que podem – e vão – aparecer a cada curva.

Retornando à questão da necessidade de se dar o primeiro passo, outro fato curioso são as dúvidas de quem ainda não iniciou os estudos. Por isso, elenquei o que observo com mais frequência e trouxe respostas simples que visam desmoronar esses obstáculos, que parecem, a primeira vista, intransponíveis, mas que são apenas miragens:

Nunca fui bom aluno; não tenho base.

O estudo para concurso é diferente daquele do período escolar: estamos ali porque queremos conquistar algo para nossa vida – é uma decisão nossa. Assim, a motivação é outra. Além disso, estamos mais velhos (ao menos um pouco) e maduros. Isto nos ajuda a ter uma postura que facilita, e muito, o aprendizado. É bastante comum ver alguém que inicia o estudo para concurso aprender coisas que nunca conseguiu compreender na escola. Isso o torna mais qualificado como pessoa, mesmo antes de ser aprovado.

Nunca estudei essas matérias.

As matérias são dadas desde o início, exatamente porque não se pressupõe que você já as tenha visto. Claro que cada um terá mais facilidade em um tipo de assunto e menos em outro, de acordo com o perfil individual, mas todos são capazes de aprender.

Já tenho idade. Como vou superar os mais jovens?

Eu tinha 38 anos quando comecei a me preparar para concurso, com 4 filhos (os pequenos com 3 e 6 anos), separada e sem estudar há mais de 15 anos. Hoje, sou fiscal. Conheço, ainda, o caso de um homem que passou para auditor da Receita Federal com 60 anos. Considero um exemplo de coragem alguém chegar a essa idade e buscar •uma vida melhor. Afinal, enquanto es-tamos vivos, vale a pena!

Enfim, esses e tantos outros argumentos são irreais e desnecessários. Funcionam como uma desculpa para não dar o primeiro passo. Foi o que ouvi uma vez de um professor: vocês querem desculpas ou querem passar? E eu, que tinha todas as “desculpas” do mundo, disse para mim mesma: eu não quero desculpas; eu vou passar! Só gostaria de lembrar que é uma caminhada considerável, sim, até tornar-se servidor público. Mas o prêmio será usufruído pelo resto da vida!

Outra “doença” que costuma acometer os que se prepararam para concursos público é a impressão, após algum tempo, de não estar saindo do lugar, como se o estudo não produzisse resultados. O que quase ninguém observa é que todo projeto demanda tempo para ter resultados visíveis: se estamos sedentários e decidimos iniciar algum esporte; se iniciamos uma dieta de emagrecimento; se iniciamos o estudo de urna nova língua; e até mesmo se vamos criar uma nova empresa. Na verdade, há uma infinidade de exemplos em que precisamos investir dedicação durante certo tempo para percebermos algo acontecer. Penso que a ansiedade pelos resultados e cobrança interna nos impedem de respeitar e apreciar o tempo necessário para o surgimento dos primeiros frutos. Em dado momento, nos surpreendemos compreendendo as matérias, acompanhando as aulas com mais facilidade e respondendo às perguntas do professor.

Nunca estudei essas matérias.
As matérias são dadas desde o início, exatamente porque não se pressupõe que você já as tenha visto. Claro que cada um terá mais facilidade em um tipo de assunto e menos em outro, de acordo com o perfil individual, mas todos são capazes de aprender.
Já tenho idade. Como vou superar os mais jovens?
Eu tinha 38 anos quando comecei a me pre-parar para concurso, com 4 filhos (os pequenos com 3 e 6 anos), separada e sem estudar há mais de 15 anos. Hoje, sou fiscal. Conheço, ainda, o caso de um homem que passou para auditor da Receita Federal com 60 anos. Considero um
exemplo de coragem alguém chegar a essa idade e buscar •uma vida melhor. Afinal, enquanto es-tamos vivos, vale a pena! Enfim, esses e tantos outros argumentos são irreais e desnecessários. Funcionam como uma desculpa para não dar o primeiro passo. Foi o que ouvi uma vez de um professor: vocês querem desculpas ou querem passar? E eu, que tinha todas as “desculpas” do mundo, disse para mim mesma: eu não quero desculpas; eu vou passar! Só gostaria de lembrar que é uma caminhada considerável, sim, até tornar-se servidor público. Mas o prêmio será usufruído pelo resto da vida!

Outra “doença” que costuma acometer os que se prepararam para concursos público é a impressão, após algum tempo, de não estar saindo do lugar, como se o estudo não produzisse resultados. O que quase ninguém observa é que todo projeto demanda tempo para ter resultados visíveis: se estamos sedentários e decidimos iniciar algum esporte; se iniciamos uma dieta de emagrecimento; se iniciamos o estudo de urna nova língua; e até mesmo se vamos criar uma nova empresa. Na verdade, há urna infinidade de exemplos em que precisamos investir dedicação durante certo tempo para percebermos algo acontecer. Penso que a ansiedade pelos resultados e cobrança in-terna nos impedem de respeitar e apreciar o tempo necessário para o surgimento dos primeiros fruto’s. Em dado momento, nos surpreendemos compreendendo as ma-térias, acompanhando as aulas com mais facilidade e respondendo às perguntas do professor.

Então, confie no caminho. Como um peregrino, observe o cenário a sua volta. Os concursos continuam, sim, acontecendo. Podem ser locais, regionais ou nacionais. A cada um, avalie a oferta com objetividade quanto à remuneração, local e tipo de trabalho; analise suas reais condições e decida para onde direcionar seus passos. A dúvida é saudável e faz com que tenhamos cuidado na escolha. O medo também faz parte e cumpre a função de nos manter plenamente atentos. Infeliz-mente, não posso dizer quantas passos você terá de dar até a sua aprovação, mas posso garantir que ela está a sua espera. Siga, dê os passos necessários, e conquiste o seu prêmio!

Um beijo e ótimo caminho.

Os concursos continuam, sim, acontecendo. Podem ser locais, regionais ou nacionais. A cada um, avalie a oferta com objetividade quanto à remuneração, local e tipo de trabalho; analise suas reais condições e decida para onde direcionar seus passos. A dúvida é saudável e faz com que tenhamos cuidado na escolha. O medo também faz parte e cumpre a função de nos manter plenamente atentos. Infelizmente, não posso dizer quantas passos você terá de dar até a sua aprovação, mas posso garantir que ela está a sua espera. Siga, dê os passos necessários, e conquiste o seu prêmio!

Um beijo e ótimo caminho.

confie_caminho

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● Coluna da semana no G1: Como saber se um concurso vai abrir? Veja dicas

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qui 22 set/2016

Como saber se um concurso vai abrir?

009_Lia_Salgado_G1_20-09-2016Em qualquer caso, é importante acompanhar a página do órgão ou instituição para onde são as vagas, além do site da banca organizadora, porque a responsabilidade da contratada vai somente até a homologação do concurso. As nomeações são informadas na página da administração pública.

Caso saiam os resultados finais de um concurso e o mesmo não ser homologado pela administração, cabe denunciar ao Ministério Público, para que o mesmo apure se há irregularidades.

Antes de saber se um concurso está próximo, os cursinhos tentam vender seus “peixes” como se todos os seus concursos fossem abrir edital dentro de um mês, e fico com medo de investir tempo e dinheiro, em algum concurso que não esteja tão próximo.

Confira a matéria e assista ao vídeo clicando aqui

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ter 20 set/2016

Veja estratégias para encarar sem medo as matérias

009_Lia_Salgado_G1_13-09-2016Será que existem matérias impossíveis de serem aprendidas por alguns candidatos? Ou é apenas uma questão de persistência?

Não é raro um candidato dizer que não aprende determinada disciplina e optar por concursos que não a cobrem na prova. Acontece que as matérias que costumam causar problemas constam de quase todos os concursos e fica difícil eliminá-las da programação de estudo, porque essa atitude reduziria muito o leque de oportunidades. É o caso de português, direitos, todas que envolvam matemática (seja como matemática mesmo, ou como raciocínio lógico, estatística, matemática financeira e outras).

Portanto, é mais produtivo desconsiderar o registro de que a matéria é muito difícil ou de que você não é capaz de dominá-la. De modo geral, essa é uma marca de infância, dos tempos de escola. Mas o momento agora é outro e a motivação para aprender é muito diferente, porque não é mais uma imposição externa dos pais ou professores, mas o desejo de alguém que está empenhado em transformar a própria vida.

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ter 13 set/2016
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